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26.10.15

13 jan

Perceber na senda entre a terra e o silfo
(vácuos de abscissas) coisas como planos
de consciências plenas do ver/pensar ou não.

Deixar a cota de sonho pensamento/conheci-
mento  do que dispõe o caminho tortuoso
- a máquina do mundo seja no poema, seja

nas estradas pensas, seja na terza encadenada
sejam nas benesses ofertadas e não colhidas
ou colhidas no quando  de caos e antitênares.

Abre-se e expõe à súditos de barros, entranhas
nunca dantes manifestas como flor ou livro aberto.
Na proa pretensa de voo na glória ou no Restelo

projetando um útero de esplendor renascentista
mas que nas Minas fica acabrunhada como o poeta
também casmurro  de olhos ao chão, aos passos.

Veda o mistério da constatação de não mais caravelas,
de pequenez e prostração e lhe pede o fechamento
e retorno a Vênus da outrora magnífica loa aos mares.

Agora do infinito Sol de fios e integrados como teias
perfaz o Universo imenso e o grão Terra um ponto dentro
de um monitor que se abre a novos olhos introjetados.

 

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