Não te quero minha.
Não te quero como um presente.
Não te quero como uma flor que se olha,
colhe-se e guarda-se entre páginas de livro.
Nem te quero em minhas mãos,
aprisionada em paixão.
Tampouco quero-te divina, inatingível,
dona de meus versos.

Quero-te apenas como a madrugada quer a aurora.
Para reviver-me com os raios de sol que nascem de ti.

Quero-te assim, uma canção na manhã.
Para que eu possa saber que existo,
enquanto me iluminas.

19
Classificado como:

Uma opinião sobre “19

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *