Já te disse: te dou minha palavra. Não a do acordo, da afirmação de minha identidade. Mas a  minha liberta da razão, terna como um abraço, pena pela fragilidade, apurada em rios internos a desaguar no vento. A palavra que não tem outra face senão a do vício lírico, que se adultera em escudos aos frontispícios dos erros que rodeiam todos no mundo, principalmente os que insistem em respirar os becos de viver e a escuridão dos homens.

18.6.14