Poetas carinhosos me indagam

o quê me leva a insistir em usar

pontuação nos poemas que fabrico,

que isso é coisa do passado.

Respondo que a razão é essa mesma,

assim o faço por ser coisa do passado:

um acordo tácito, desde há muito,

com  Antonio Vieira. E, mais ainda,


– Deus me livre de praga de padre!

6.6.19

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