27.6.15

N`árvore,
a fruta amadurece
e cai.

O poeta amadurece
e sai
de dentro de si.

Sai do dentro do calabouço;
do eu esboço.

A poesia, seu fruto,
na palma da mão
de dedos menos duros.

Agora já pode sorrir
o sorriso que possui
os domadores  dos futuros.