“É noite. E tudo é noite.”
MARIO DE ANDRADE
Erradio vate sob luz
do poste chuveiro
em raios feixes menos que ele,
rumina farpas de versos
ágrafos, dizedores obscuros
que não se escuta.

É tarde. É mais um fim
de mais uma noite
de mais um renque
de falta de forças
e cores. Mais uma visão
da ponta do sapato.
MANHÃ, PROCURA-SE

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