Coloco em meio às páginas de Drummond,
Maiakóvski.
Bem em cima do Áporo
no encontro poeirento da entomologia.

Desconforto que passa
ao largo das estantes tediosas.

Entre versos de travessias angustiantes,
o olho.

O olho que não deixou-se matar.

Amanhã ele (o olho)
iluminará meu caminho
de volta ao infinito bosque da poesia.
O MARCADOR DE LIVROS

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