A minh’alma,

dona de seu nariz,

já me deixou claro:

“não podes comigo”

Mas prometeu

momentos em

que eu possa

orgulhar-me dela.


Enquanto espero,

sinto-me como

os dois Taviani(s)

tentanto domar

Gian Maria Volonté.

(Engraçado é que eu pensei neste poema

como um libelo contra a delinquência

metafísica.Acabou-se em viagem.

Entre continentes e metáforas inoportunas;

no final, tem até um sorriso meio alquímico).


21.7.13

REBELDIA

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