a moto passa por meus ouvidos

porta de entrada

à baila da emoção indesejada


a não calmaria desavisa que nada

mais é antes

nas ruas em que rodas triunfantes

freiam a vida – que enfeia


o olho de vidro do ruído ateu

ata meu sonho pigmeu


18.10.2005

ruidosos

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *